Sorriso!
Movimento facial
com milhares de anos!
O primeiro gesto de afeto humano!
O Homem ao acordar para a "vida"...
Sorriu...
Será que sabia o que fazia?
Claro que não...
Pois naquele tempo...
Espelhos não existiam...
Existia sim,
A crueza de uma Terra Virgem...
Por descobrir!
A simplicidade de um Sol Nascente...
Todos os dias...
Disponível no horizonte sem "concreto"!
Um luar e um céu...
Poderosamente estrelado!
Um amanhã sempre surpreendente.
Hoje,
Sim Hoje?...
Existem espelhos...
Mas, não sorrimos!?
Existem estrelas,
Mas, não as vemos!?
As nossas lágrimas cegam-nos...
Impedem-nos de "ver"...
O sorriso, o belo...
O sonho de disfrutar
de um belo sorriso...
Mesmo que seja apenas num sonho!
Manuela Frade, 1982.
terça-feira, 7 de fevereiro de 2012
Poemas de 1982
Ser jovem e incompreendido!
Chorar
Sem lágrimas...
Trabalhar sem nada receber...
Lutar para nada ganhar...
Sangrar sem sangue escorrer...
Enfim,
Estar no vazio
Sem poder gritar,
Sem poder...
Qualquer coisa dizer...
Até pensar!
Vive-se num mundo cão.
Temos que assim viver!
Digo, subreviver...
Numa Liberdade mentirosa,
Por nos diz que,
"o sonho, comanda a vida"...
Mentira!
A Dor, comanda a vida...
Com ela temos que aprender,
A viver,
A Pensar,
A Sonhar e a lutar...
Por uma liberdade menos mentirosa!
Incompreendido por "ser" ...
Ser Jovem!
Manuela Frade, 1982.
Chorar
Sem lágrimas...
Trabalhar sem nada receber...
Lutar para nada ganhar...
Sangrar sem sangue escorrer...
Enfim,
Estar no vazio
Sem poder gritar,
Sem poder...
Qualquer coisa dizer...
Até pensar!
Vive-se num mundo cão.
Temos que assim viver!
Digo, subreviver...
Numa Liberdade mentirosa,
Por nos diz que,
"o sonho, comanda a vida"...
Mentira!
A Dor, comanda a vida...
Com ela temos que aprender,
A viver,
A Pensar,
A Sonhar e a lutar...
Por uma liberdade menos mentirosa!
Incompreendido por "ser" ...
Ser Jovem!
Manuela Frade, 1982.
Poemas de 1982
DILEMA!
Estar só!
Solidão dentro de nós,
Amparo desamparado,
Calor regelado,
Corrente de mar,
Sonho...
Belo mas difícil,
Para os que tentam
estar acompanhados...
Ser olhados,
Respeitados,
Sinceramente Amados,
Ser lembrados,
Serem elementos do "natural criado",
Por mãos de um artista desconhecido
jamais lembrado!
Dilema...estar só apesar de acompanhado!
Manuela Frade, 1982.
Estar só!
Solidão dentro de nós,
Amparo desamparado,
Calor regelado,
Corrente de mar,
Sonho...
Belo mas difícil,
Para os que tentam
estar acompanhados...
Ser olhados,
Respeitados,
Sinceramente Amados,
Ser lembrados,
Serem elementos do "natural criado",
Por mãos de um artista desconhecido
jamais lembrado!
Dilema...estar só apesar de acompanhado!
Manuela Frade, 1982.
Poema aos que não sabem sorrir! (1982)
Um Sorriso!
Rende muito...
Enriquece quem o recebe...
Mais ainda quem o oferece!
Perdura para sempre...e...
Ninguém pode viver sem ele!
Sem ele...
Suas almas esmorecem e morrem...
O Sorriso é o SOL da alma!
É um sinal vivo...
De um amizade profunda!
Um sorriso...
Tem mais e mais valor,
Cada vez quem alguém o oferece...
Sempre que se dá um sorriso,
Dá-se uma razão para se viver!
Ninguém precisa mais de um sorriso,
Que aquele que não sorrir!
Manuela Frade, 1982.
Rende muito...
Enriquece quem o recebe...
Mais ainda quem o oferece!
Perdura para sempre...e...
Ninguém pode viver sem ele!
Sem ele...
Suas almas esmorecem e morrem...
O Sorriso é o SOL da alma!
É um sinal vivo...
De um amizade profunda!
Um sorriso...
Tem mais e mais valor,
Cada vez quem alguém o oferece...
Sempre que se dá um sorriso,
Dá-se uma razão para se viver!
Ninguém precisa mais de um sorriso,
Que aquele que não sorrir!
Manuela Frade, 1982.
Poemas de 1982
AFINAL QUEM SOU EU?
Afinal quem sou eu?...
Apenas sou,
Um ser,
Como milhares de seres,
Multi-celulares...
Pulando, saltando...
De um lado para outro lado,
Sem saber muito bem porquê!
Sem saber bem o que fazer...
A sua verdadeira função...
Sem articulação...ou melhor,
Com articulações demasiadas...
Muito complicadas!
Que confusão...
Mas o que se pode fazer?...
O "homem" é assim,
Eu também assim sou!
Será que Jesus Cristo também...
Ele também é assim?...
Espero que não,
Pois assim,
Ninguém...
Ninguém o entenderá!
Manuela Frade, 1982.
Afinal quem sou eu?...
Apenas sou,
Um ser,
Como milhares de seres,
Multi-celulares...
Pulando, saltando...
De um lado para outro lado,
Sem saber muito bem porquê!
Sem saber bem o que fazer...
A sua verdadeira função...
Sem articulação...ou melhor,
Com articulações demasiadas...
Muito complicadas!
Que confusão...
Mas o que se pode fazer?...
O "homem" é assim,
Eu também assim sou!
Será que Jesus Cristo também...
Ele também é assim?...
Espero que não,
Pois assim,
Ninguém...
Ninguém o entenderá!
Manuela Frade, 1982.
Poemas de 1982
VIVER!
Sentir,
Uma criança sorrir,
Um olhinho a brilhar,
Um coração a trabalhar,
Uma mão a amassar o barro...
A argila...
Nela uma forma começa a nascer!
A Vida!
O Amor!
A Alegria!
A Amizade!
Enquanto a mão massa o barro...
A argila...
Tudo isto aumenta dia para dia!
Como é bom amassar...esculpir...pintar!
Como gosto de me dar...dedicar...amar.
Através da arte eu deixo o meu ser,
O meu coração trabalhar!
Manuela Frade, 1982.
(Publicado no Jornal de Estarreja a 20/8/82)
Sentir,
Uma criança sorrir,
Um olhinho a brilhar,
Um coração a trabalhar,
Uma mão a amassar o barro...
A argila...
Nela uma forma começa a nascer!
A Vida!
O Amor!
A Alegria!
A Amizade!
Enquanto a mão massa o barro...
A argila...
Tudo isto aumenta dia para dia!
Como é bom amassar...esculpir...pintar!
Como gosto de me dar...dedicar...amar.
Através da arte eu deixo o meu ser,
O meu coração trabalhar!
Manuela Frade, 1982.
(Publicado no Jornal de Estarreja a 20/8/82)
Poemas de 1982
Viver!
O dia nasce,
o sol brilha...
Há vida!....
Vida?
Vida...
Eu quero viver,
Quero sentir o sangue quente,
correr em minhas veias!
Enquanto o sinto passar,
tudo brilha...
Os pássaros voam...
As crianças brincam...
Os velhos sorriem...
Os pobres caminham...
Enfim,
O ser humano que existe
em mim...é apenas
Mulher,
Princípio,
Meio e Fim,
Porque o Eterno Amor,
Existe e corre em mim!
Assim devia ser sempre
A Vida!
Manuela Frade, 1982.
O dia nasce,
o sol brilha...
Há vida!....
Vida?
Vida...
Eu quero viver,
Quero sentir o sangue quente,
correr em minhas veias!
Enquanto o sinto passar,
tudo brilha...
Os pássaros voam...
As crianças brincam...
Os velhos sorriem...
Os pobres caminham...
Enfim,
O ser humano que existe
em mim...é apenas
Mulher,
Princípio,
Meio e Fim,
Porque o Eterno Amor,
Existe e corre em mim!
Assim devia ser sempre
A Vida!
Manuela Frade, 1982.
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